segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O clichê mais bonito



Falar de amor já foi julgado como algo muito clichê, o qual as pessoas escrevem e se lamentam... Mas a vida não é assim, não é tudo meio clichê? Não é tudo meio em torno de amor? As pessoas passam a vida procurando alguém que as possam completar, que possa ser como alma gemêa. E isso não é de agora, Zeus há muito tempo temia o que o amor poderia fazer com o mundo, a junção de duas pessoas em um só se transformaria a criatura mais poderosa de todas, e para evitar tal feito, Zeus os separa e os deixa perdido, deixa a missão de um procurar o outro até o fim de suas vidas. Então... foi dai que surgiu a ideia de alma gêmea, será que somos divididos em algum momento com outro alguém, e assim mesmo teremos nosso encaixe perfeito? Será que como Harry Potter e Voldemort, nós temos a nossa alma dividida com alguém? O amor é a base, a parte concreta e a areia movediça, é o mundo e o desespero, é o sorriso e o choro. Amor segundo o Aurélio é o "1 Sentimento que predispõe alguém desejar outrem. 2 Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro. ou uma coisa [...]", será que é isso? Eu incluiria nessa lista felicidade, sofrimento, calafrios, indecisão, medo, preocupação com outrem, felicidade (já foi?), sorrisos, choros e por aí vai. E como sinônimo ainda escolheria o termo vida para representa-lo.